Resinificando nossa infância: uma nova leitura, um novo olhar.

Resinificando nossa infância: uma nova leitura, um novo olhar.

Para a Psicologia, ou conceito convencional, a infância é o início da vida. Diante da perspectiva Reencarnacionista, ela é uma continuação, e sendo uma continuação, tem uma estrutura organizada pelo Universo, segundo as Leis Divinas.

O dia de amanhã é aleatório ou é a continuação de hoje? O ano que vem não é a continuação desse ano?

A nossa próxima encarnação é a continuação dessa.

Nossa vida é uma criação nossa, sendo assim, a nossa infância é a a continuação da vida anterior, programada e criada de forma a nos ajudar a superarmos nossas inferioridades, a buscarmos a evolução do nosso ego. É um (re)começar a nos (re)conhecermos.

Portanto, a grande importância de uma releitura da nossa infância seguindo as leis estruturais:

 Lei do Retorno, a Lei do Merecimento,

 Lei da Finalidade

 Lei da Necessidade

 Lei da Similaridade

Essas Leis fazem com que passemos por situações que provocamos em outras vidas, vivenciemos o que fizemos a outros, passarmos pelo que merecemos, pelo que precisamos.

É fundamental fazermos perguntas para entendermos melhor nossa essência, nossa alma. Através desse contexto, conseguimos entender as razões das situações da vida e sua finalidade.

Por que de ter nascido naquela família, naquele ambiente, filho daquele etc.

Nós temos a infância que precisamos e essa é a continuação da vida anterior.

Essas situações que vivemos durante a vida, chamamos de Gatilhos, que são pessoas, situações ou circunstâncias que visam fazer aflorar nossas seculares inferioridades, para que as reconheçamos.

Os gatilhos começam na infância e se repetem ao longo da vida diante das nossas escolhas dentro da necessidade que cada um entende como processo para a evolução do ego.

E para nossa próxima infância, sendo essa vida a sequência da infância seguinte? Já estamos preparando a nossa próxima

infância. O que iremos precisar nela? Que pai ou tipo de pai? Que mãe ou tipo de mãe? Que família ou tipo de família? Que cor de “casca”? Que classe social? Em que país?

A INFÂNCIA QUE NECESSITAMOS: pelo amor ou pela dor?

Somos a imagem e semelhança de Deus ou Deus é nossa imagem e semelhança segundo nossos conceitos?

Deus não nos dá uma infância boa porque Ele é bom ou nos dá uma infância porque é punitivo, dentro da Lei da ação e reação.

Deus é simplesmente neutro, e através do livre arbítrio segue o que escolhemos para nós mesmos.

Então, após uma análise da sua vida, qual a melhor forma para sua evolução egóica?

A nossa infância e vida atual podem ter várias possibilidades de estruturas, assim como a nossa próxima infância e vida terrena.

1. Através da nossa dor

2. Através da dor dos outros

3. Através do amor dos outros

4. Através do nosso amor

Independente de qual opção escolhemos, qual programação de infância tivemos e teremos, as perguntas “Por quê” e os “Para quê” dessa infância que pedimos (necessitamos) e as situações (gatilhos, resgates e testes) com as quais vamos nos deparando durante a vida, nos norteiam na busca desse autoconhecimento, desse entendimento das nossas arestas que precisam ser aparadas.

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